Blog criado para postagem de materiais da disciplina de "Produção Publicitária em Meios Digitais" do professor Riverson, vulgo Filho do Rio (desculpa professor kkk, mas você ainda continua sendo rei do pop!).
Confesso que, para entender melhor, de forma sintetizada, o conceito de cauda longa, pesquisei sobre o mesmo no Wikipedia (é mentira). E aí? O que isso tem de anormal? Que eu usei um dos meios mais famosos de cauda longa do presente. Se trata de uma enciclopédia formada por profissionais e amadores, que, concomitantemente, contribuem para a construção da maior fonte de pesquisa cooperativa e editável do mundo moderno.
A cauda longa é muito comum de ser vista nos empreendimentos atuais. Um exemplo desse fenômeno pode ser visto com o iTunes, onde, grande quantidade de música é vendida de forma massiva e outra nem tanto, porém, essas, por sua vez, possuem consumidores, mínimos que seja, e essa venda nunca chega a zero.
No mundo pop…
Katy Perry: vendedora de hits
Taylor Swift: vendedora de álbuns
A carreira da primeira é baseada em grandes sucessos, como I Kissed a girl, Fireworks, Roar e Dark Horse, o que não significa uma grande vendagem do álbum onde a música está inserida (o que não significa que não há consumo das demais).
Na outra mão, a carreira de Taylor é construída a base do consumo de CD, essa, por sua vez, procura vender todo o projeto, não se preocupando com o sucesso dos seus singles; pode-se observar isso na vendagem não tão grandiosa das suas músicas de trabalho em relação ao álbum em que está inserido.
Embora haja a inevitável cauda longa e o interesse em se vender os “hits” (não apenas no sentido de música que faz sucesso, mas na massificação de consumo) ambos os casos possuem peculiaridades. Em Katy Perry vemos o foco exagerado nos hits, enquanto em Taylor é possível ver que esta deseja que seu álbum inteiro faça parte do lado “esquerdo” da cauda longa; porém, como já dito, frisando, repetindo, batendo na mesma tecla again, A CAUDA LONGA É INEVITÁVEL.
Atualmente, com a facilidade de acesso a produtos e a facilidade de consumo, principalmente no contexto musical, a cauda longa é responsável por mostrar ao consumidor (cada vez mais sedento por consumo) uma infinidade de opções, informações, conteúdos, novidades que ele não tem acesso no que diz respeito ao que é consumido “massivamente”.
Em suma, o fenômeno da cauda longa é inevitável e relaciona popularidade com consumo, onde, produtos mais “genéricos” são consumidos de forma maior e os mais específicos em menor quantidade, nunca chegando a zero e sempre, quando somados, gerando uma quantidade equivalente aos “hits”.
As ferramentas de busca
através de palavras chaves/perguntas representam a porta de entrada de mais de
80% da navegação na internet, desse modo,não é mais necessário saber de cor a
URL do site, o nome ou o assunto dele, basta, apenas, definir algumas palavras
que resumem o que se procura e pesquisar.
Se 80% da navegação na
internet se inicia em sites de buscar, por que não investir em conteúdo para um
site e alcançar a otimização máxima desse para que seja achado nas pesquisas?
Como já dizia o nosso querido e amado Bill Gates, “o conteúdo é rei”, aliás,
ele não sabe falar em português, então, “content
is king”. Desse modo, sem conteúdo, você é invisível, e sem conteúdo em
volume adequado, você é quase invisível.
A compra do YouTube por,
apenas, UM BILHÃO E SESSENTA E CINCO MILHÕES DE DÓLARES (DÓLARES), agora em
números: US$ 1.065.000.000,00 mostra o quanto o conteúdo é importante. O
YouTube, inicialmente, era apenas um site onde usuários podiam hospedar seus
vídeos, assisti-los e compartilhar com seus amigos. Assim, o conteúdo e o
capital social, representado pelos milhões de pessoas cadastradas que
utilizavam o serviço, fizeram com que o site fosse um dos empreendimentos na
internet de crescimento mais rápido que se tem notícia. O conteúdo é rei.
Da importância concentrada
ao conteúdo, nasceu o marketing de conteúdo, que é o uso do conteúdo em volume
e qualidade suficiente para permitir que o consumidor o encontre, goste e se
relacione com a marca, empresa ou produto.
Porém, criar conteúdo requer
atenção e planejamento. Não é apenas criar e pronto. Deve-se pensar e embasar a
produção de conteúdo nas estratégias de comunicação mais amplas. Antes de
planejar o conteúdo, é preciso responder a algumas perguntas.
As primeiras delas dizem
respeito ao publico alvo: Quem é seu publico alvo? Como ele se comporta? Qual
sua faixa etária? Quais são seus hábitos? É interessante que essas perguntas
sejam respondidas e encontradas respostas não genéricas e que definam bem a
maior parcela que se quer alcançar.
A próxima etapa é definir
qual objetivo se pretende; o que se pretende obter exatamente na comunicação
com o público-alvo já definido.
Após isso, deve-se descrever
o público-alvo, definindo o que ele procura e quando ele procura.
Consequente, é preciso
definir o que o seu público-alvo vai encontrar de informações através do seu
conteúdo. O que ele deve encontrar ao fim de absorver seu conteúdo?
Após pensar todas essas
questões, é hora de produzir o conteúdo. Para isso, é importante que se
considere o aproveitamento de recursos existentes e de terceiro para produzir
material relevante para o seu público-alvo. Porém, nunca se deve esquecer-se de
referenciar de forma correta.
Como foi dito no post
anterior "MÃE, TÔ NO GOOGLE", o marketing de conteúdo está ligado à busca deste nas
ferramentas de pesquisa, desse modo, é fundamental para a vida de qualquer site
utilizar de táticas para melhorar sua posição de busca. Para isso, deve-se:
criar conteúdo útil, relevante e em volume suficiente para quem deseja acessar;
ter uma lista mínima de palavras relacionadas ao planejamento de conteúdo e
comportamento do consumidor presente na maioria dos textos; garantir que, na
página principal, se tenha acesso a todas as outras páginas do site através dos
hiperlinks; utilizar ferramentas para verificar se o site está sendo varrido
corretamente; utilizar ferramentas de publicação, escrita e gerenciamento de
conteúdo que possam otimizar as ferramentas de busca.
O blog é algo bastante
popular na internet. É neles que os internautas podem falar sua opinião sobre
algo, compartilhar experiências, falar sobre si, discutir assuntos de seu
interesse... Enfim, há uma infinidade de temáticas possíveis de abordagem.
Essas, por sua vez, abrangem o tipo de blog chamado pessoal.
Outro tipo de blog são os
profissionais, que surgiram com o intuito de desenvolver uma audiência grande e
fiel, para depois explorá-lo de forma comercial. Atualmente, esses blogs são
vistos bastante através de blogueiras de modas que ganham dinheiro com o
material que produz para a internet. Por fim, outro tipo de blog
possível de compreensão é o blog empresarial, que, resumidamente, é um
artifício utilizado por empresas, seja qual for o porte, para divulgar seu
conteúdo.
Não importa se é
empresarial, pessoal ou profissional, algumas coisas são primordiais para a
construção de um blog. Criar títulos interessantes, usar parágrafos, usar
subtítulos, rever ortografia, pensar antes de escrever, responder os
comentários, usar um layout simples, usar figuras e vídeos, programar posts,
desenvolver relacionamento com outros blogueiro e procurar novidades
constantemente são pontos fundamentais para a vida de um weblog. Por fim, é
fundamental convergir todas as suas redes sociais com o blog. Escreva o
endereço dele na testa, na blusa, tatue, grite, mas divulgue-o.
Para a inserção de uma
empresa ou organização no mercado on-line não basta criar um site, é preciso
mergulhar no mundo que é a internet, precisa-se buscar entender melhor o
consumidor e como se comporta para que haja uma efetividade no uso da rede.
Essa efetividade só é possível de ser alcançada caso haja uma estratégia de
marketing digital por trás.
Para entender o marketing
digital, não se pode esquecer que o consumidor é o mesmo “off-line” e que seu
comportamento on-line reflete os desejos e valores que ele possui no seu
repertório cultural e experiências de vida. As pessoas são as mesmas no virtual
e no real, porém, agora, reunidas, em maior número, conforme seus desejos.
Desse modo, devemos, nós (quase) publicitários, utilizar de artifícios para alcançar
as necessidades a serem atendidas.
Por ser, o Google, a
principal ferramenta de busca online e por essa busca se dar através de
palavras-chaves, há uma necessidade gigantesca de criar material para a
internet pautado na qualidade de conteúdo, para que os consumidores consigam
ter acesso a ele de forma fácil. Enfim, devem-se criar estratégias de marketing
baseada no conteúdo, porém, centrada no consumidor.
Não há um modelo fixo de estratégias
de marketing digital, porém, deve-se haver em mente, um que seja flexível e
mutável, que se adapte às inovações constantes que sofrem a internet e seus
usuários. Desse modo, quando o plano de marketing digital é pautado no
comportamento do consumidor, consegue-se alcançar algo eficaz, pois as
estratégias estarão girando em torno daquilo que realmente importa para uma
empresa: seu consumidor.
Para caráter didático, é
possível traçar sete estratégias principais (baseadas no comportamento do consumidor)
para que o planejamento estratégico, tático e operacional se tornem viáveis.
Essas estratégias são: marketing de conteúdo, marketing nas mídias sociais,
marketing viral, e-mail marketing, publicidade on-line, pesquisa on-line e, por
fim, a de suma importância, o monitoramento. Desse modo, segundo o modelo PCDA
(Plan, Do, Check, Act), um projeto deve planejar, agir, chegar e agir,
corrigindo os rumos da ação. Por fim, não se deve pensar essas sete estratégias
como isoladas ou avulsas, elas se complementam e interligam constantemente,
complementando umas às outras.
O marketing de conteúdo está
diretamente ligado com as ferramentas de buscas. Deve-se haver um planejamento,
criação e publicação de conteúdo que atraia o consumidor e que faça com que seu
site apareça (pelo menos) nas primeiras páginas das ferramentas de pesquisa.
O marketing nas mídias
sociais engloba atingir o consumidor através das redes sociais, que são sites
criados no intuito de criar conteúdo coletivamente, a interação social e o compartilhamento
de informação em diversos formatos.
O e-mail marketing surgiu e
substituiu a mala-direta, porém, de forma mais eficaz, pois diminuiu o custo e
aumentou o volume de informações passadas para o consumidor.
O marketing viral se baseia
no buzz, se utiliza da comunicação
rápida da internet e das volumosas redes de relacionamento que as redes sociais
criaram, fazendo com que o efeito boca-a-boca se potencialize.
A pesquisa on-line é a base
da atividade de marketing. Através da internet é possível se realizar pesquisas
elaboradas e baratas.
A publicidade on-line se
iniciou através de banners publicados em sites, mas hoje, abrange widgets,
podcasts, videocasts, game marketing e ferramentas como o Google AdWords, que
passaram a veicular banners animados.
O monitoramento, por fim, é
a etapa que integra os resultados de todas as outras ações, permitindo
verificar os resultados e agir para a correção de rumos ou melhorar ações.
O post da vez começa com um vídeo da rainha do Brasil, mandando um alô pras pessoas mais importantes da internet: os internautas
Esse post surgiu com o intuito de falar um pouco da internet e dos seus consumidores.
O que seria do mundo hoje
sem a internet? Como seria a forma de comunicação sem a instantaneidade que a
internet trouxe? Você consegue se imaginar passando, pelo menos, uma semana sem
qualquer contato com a internet?
Das três perguntas que fiz,
utilizei a palavra “internet” por três vezes (e agora, na quarta frase, a
quarta vez). Enfim, isso mostra o quanto a rede
de computadores interligada por um servidor faz parte do nosso cotidiano de
forma ativa, modificando nossos hábitos, costumes, forma de relacionar, maneira
de entreter, meios por onde se informar, modo de
comprar e, até mesmo, a forma de pensar.
Porém, essa rede não foi tão
acessível por todos no seu início. Há pouco mais de uma década, ela surgiu de
forma restrita para especialistas (seja empresas ou pesquisadores) publicarem
informações, onde, a partir de então, seus clientes poderiam acessá-las. A
internet revolucionou o mundo dos negócios: agora o cliente poderia acessar o
site de determinada empresa e ter informações instantâneas de quem era ela,
quais eram seus produtos (ou serviços oferecidos) e, ainda, tinha a
possibilidade de se comunicar com a mesma. A rede levou praticidade e
facilidade à vida do consumidor, trazendo um pouco mais de proximidade com a
empresa.
Com o decorrer dos anos, e
com a expansão do uso da internet, foram os internautas que passaram a ditar o
que seria produzido. Enquanto antes o direito de produção de conteúdo era
apenas dos especialistas, agora, qualquer pessoa que tivesse acesso à rede era
capaz de produzir qualquer conteúdo que achasse interessante ou necessário. Não
houve um início exato para isso, as pessoas simplesmente começaram a criar
círculos, se agruparem, terem ideias e, desse modo, a produzir conteúdo e
aplicações. A partir de então, o consumidor era, também, produtor, fazendo com
que a internet desse um passo de transformação, pela ação do próprio usuário.
Não foi só a forma de produção de conteúdo que
sofreu com o aumento do acesso à internet. A forma de comercializar também. As
empresas que insistiam em não se adaptar à essa realidade corriam o risco de
perderem uma considerável parcela de mercado. Desse modo, era necessária a
produção de conteúdo adaptado à rede a fim de atingir o consumir on-line. A
partir disso, houve a necessidade de estudar e compreender quem era realmente
esse consumidor, quais seus hábitos e o que ele busca. Daí nasce o marketing
digital (que será uma cena para o próximo capítulo)
Diversos são as funções da
internet na vida do consumidor on-line. Este pode buscar por informações
através de uma pergunta, composta por algumas palavras-chaves, que, por sua
vez, o levará para algo que possa atender sua necessidade. Ainda, o consumidor
pode procurar por diversão, encontrada em jogos on-line, sites de piadas e
charges, ou de vídeos ou qualquer que seja a forma, o leque de opções é
grandioso. Por fim, o consumidor pode buscar comunicação instantânea e redes
sociais, desse modo, estabelecendo relacionamentos com outras pessoas. Em suma,
é possível dizer que, há três necessidades básicas de todo consumidor on-line:
a busca por informação, diversão e relacionamento.
Mesmo se tratando de uma
rede onde inúmeras pessoas (não apenas computadores) se interligam, não há
regra estabelecida na internet, estas, por sua vez, são estabelecidas pelos
próprios internautas, de forma informal e não escrita.
Algumas resalvas devem ser
feitas e tidas em mente antes de ações de marketing ou de publicidade na
internet. A primeira delas é que a interação com o consumidor deve ser
consentida. O usuário de internet sente aversão quando sua privacidade é
tirada, o que gera reações negativas contra o site que fez isso, seja denunciando-o
ou compartilhando a experiência com diversos outros usuários. A segunda resalva
possível de explanação é que o consumidor tem direito de fazer o que bem
entende na internet, pode entrar onde quiser, sair, voltar, entrar novamente, favoritar algum site; enfim, ele é livre
e só permanecerá em algum site se houver compatibilidade com o conteúdo ou com
o ambiente construído.
A terceira consideração é
que jamais se deve enganar o internauta, com promessas difíceis ou impossíveis
de cumprir ou, ainda, com a venda de informações dos internautas para
terceiros. A quarta (e mais importante, à meu ver) é que a internet interliga
pessoas e não computadores, desse modo, uma publicidade efetiva não é aquela
que atinge a tela do computador do consumidor, mas aquela que atinge seu
coração e mente. A quinta está moldada de acordo com o caráter ativo do
consumidor on-line. O consumidor é ativo, interativo e a internet é um meio
bidirecional, desse modo, o consumidor quer e gosta de ser ouvido, por fim, ele
tem papel importante na cadeia de propagação de uma mensagem, onde o boca-a-boca
é o principal modo. Por fim, o sexto ponto a ser levado em consideração na
construção de um site é que não se deve brincar de adivinhação com o
consumidor, quanto mais simples, fácil e direto, melhor.
Para o título do primeiro post do meu badalado blog, fiz uma citação de uma famosa poeta contemporânea Izoleia Beal de Sousa, de 13 anos.
Veja abaixo suas sábias palavras:
Enfim, esse vídeo me resume por eu ser uma pessoa que não consegue construir frases quando está nervosa. Isso, somado ao fato de falar rápido e ser meio gago.
O nome desse blog é uma homenagem muito especial a uma blusa que adorava usar no meu primeiro semestre:
Bom, sobre mim: sou uma pessoa muito legal, extrovertida, simpática, que adora fazer amigos, inteligente, adorável, carinhosa kkkk socorro, brincadeira.
Não tem o que falar, gente, vou falar igual ela.
Ah, fiz uma fotinha com minhas coisas favoritas:
Meus álbuns favoritos: RED (Taylor Swift) e X (Ed Sheeran).
As latas de tinta representam meu amor pelas cores nos meus trabalhos como designer/diretor de arte.
Minhas séries favoritas: Revenge, representada pela trindade (de duas pessoas) santa encarnada na personagem Emily Thorne e Nolan Ross; American Horror Story: Asylum representada pela freira possuida pelo capiroto; How to get away with murder: representada pela rainha do R&B e do pop Viola Davis.
O Photoshop expressa meu amor pela direção de arte
A palmitinha ali de óculos escuro é minha artista favorita: Taylor Swift